Não se reage ao número — audita-se a narrativa. Em 48 horas, identificamos em que ponto a mensagem parou de circular e reconstruímos o discurso a partir da ruptura, não do zero.
Resposta não é espelho. Definimos, antes do ciclo começar, o que vale reagir e o que vale ignorar — e qual narrativa própria absorve o ataque sem sair do roteiro.
Uma crise não se apaga, se administra. Isolamos o fato do enredo e devolvemos o controle da história, em vez de disputar cada manchete.
Silêncio é sintoma de mensagem genérica. Voltamos à origem: uma proposta, uma frase, um motivo concreto para lembrar do nome no dia da urna.